A âncora e o mar aberto - Belferocci
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A âncora e o mar aberto

A âncora e o mar aberto

Em meio à tempestade e ao mar agitado, o ser humano busca segurança.

E a segurança é uma âncora. Ela prende nosso barco próximo à terra que conhecemos, que vivemos, que amamos.

Mas ela também nos impede de navegar pelos mares mais longínquos, que nos reservam horizontes belos nunca sequer imaginados.

Temos que saber quando ancorar, mas não podemos concentrar nossas decisões em um barco aportado. É preciso navegar!

Vivemos em busca da segurança, daquele algo certo, da zona de conforto que nos permita passar nossos dias sem preocupações. Esta sensação de segurança se materializa por meio de um emprego estável, de uma rotina em que sabemos exatamente o que fazer e o que não fazer. Ela nos dá a sensação de ter a vida sob controle.

Mas nossa natureza não é essa. A humanidade só chegou até aqui porque ousou, criou, inovou, falhou, fracassou e, com isso, evoluiu. Foram a incerteza e a insegurança que nos motivaram a criar soluções que impulsionaram nosso desenvolvimento. Foi fugindo da extinção que o ser humano navegou para outros continentes.

A sensação de segurança sempre veda nossos olhos, porque ela é falsa. Mesmo nos cenários mais seguros, como um grande Titanic, é possível naufragar.

Quando nos damos conta de que o risco sempre existe, neste momento nos libertamos das amarras do medo de buscar os mares desconhecidos e navegamos rumo aos nossos sonhos.

Se o risco está entre você e os seus sonhos, não fuja, encare-o! Se a segurança que te prende hoje é um obstáculo para conquistar seus objetivos, liberte-se! Prefira o risco de lutar pelo que acredita do que a segurança que impedem novas conquistas.

Portanto, sonhe, defina seu destino e navegue em busca de novos horizontes. Seja você o comandante do barco da sua vida!

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